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Ortodontia em
São José dos Pinhais

Alinhar os dentes é mais do que estética: mordida desencaixada desgasta o esmalte, sobrecarrega a articulação e dificulta a higiene. Há opção para cada idade e cada rotina.

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Os tipos de aparelho

Não existe um aparelho melhor que os outros em termos absolutos — existe o mais adequado para o seu caso, o seu prazo e a sua rotina. Estas são as opções que trabalhamos:

Aparelho fixo metálico

O mais conhecido e o de melhor custo. Resolve praticamente qualquer tipo de má oclusão, inclusive as mais complexas, e permite controle preciso do movimento de cada dente.

Aparelho autoligado

Dispensa as borrachinhas: o próprio bráquete prende o fio. Isso tende a reduzir o atrito e espaçar um pouco mais as manutenções, além de facilitar a higiene por acumular menos placa.

Aparelho estético

Bráquetes de porcelana ou safira, na cor do dente. Funciona como o metálico, com aparência bem mais discreta — uma escolha comum entre adultos que não querem o aparelho evidente.

Alinhadores invisíveis

Placas transparentes removíveis, trocadas a cada poucas semanas. São retiradas para comer e escovar os dentes, o que resolve duas das maiores queixas do aparelho fixo. Em compensação, dependem da sua disciplina: precisam ficar na boca cerca de 22 horas por dia para o plano funcionar.

Como funciona o tratamento

  1. Avaliação inicial Exame clínico para entender a queixa, a mordida e o que é possível alcançar.
  2. Documentação ortodôntica Radiografias, fotos e modelos que permitem medir e planejar o movimento dos dentes com precisão.
  3. Plano de tratamento Apresentação das opções de aparelho, do tempo estimado e do investimento, antes de começar qualquer coisa.
  4. Instalação e manutenções Colagem do aparelho e retornos periódicos para ativação — em geral a cada 30 a 45 dias.
  5. Contenção Depois que o aparelho sai, a contenção mantém o resultado. Pular essa fase é a forma mais comum de perder tudo o que foi conquistado.

Ortodontia em adultos

Não existe idade limite para tratar. O que muda no adulto é o contexto: o osso responde um pouco mais devagar, e é mais comum haver restaurações, próteses ou perda óssea a considerar no planejamento. Nada disso impede o tratamento — apenas exige que a gengiva esteja saudável antes de começar.

Se houver sangramento na gengiva ou doença periodontal ativa, ela é tratada primeiro. Movimentar dentes com o periodonto inflamado acelera a perda óssea em vez de corrigir o problema.

Perguntas frequentes

Qual a idade certa para levar meu filho ao ortodontista?

A primeira avaliação ortodôntica costuma ser recomendada por volta dos 6 ou 7 anos, quando os primeiros dentes permanentes começam a nascer. Nem sempre é hora de instalar aparelho — muitas vezes a consulta serve só para acompanhar o crescimento.

Entre os 5 e os 12 anos existe uma janela em que ainda é possível orientar o crescimento dos ossos da face. Aproveitar esse período pode evitar tratamentos bem mais longos na adolescência.

Quanto tempo dura o tratamento?

Varia muito conforme o caso: há correções que levam menos de um ano e outras que passam de dois. O que mais influencia é a complexidade da má oclusão, a idade e — importante — o comparecimento às manutenções.

Faltar aos retornos é o principal motivo de tratamentos que se arrastam além do previsto.

Vou precisar extrair dentes?

Nem sempre. A extração entra em cena quando falta espaço na arcada para alinhar todos os dentes. Existem alternativas, como o desgaste interproximal e a expansão, e a decisão só é tomada depois da documentação ortodôntica — nunca no olho.

Alinhador invisível serve para qualquer caso?

Não. Os alinhadores resolvem muito bem apinhamentos leves e moderados e diversas correções de arco, mas há casos de mordida e movimentos radiculares em que o aparelho fixo continua sendo mais previsível.

Vale lembrar que o alinhador depende de uso disciplinado: fora da boca, ele não trabalha.

De quanto em quanto tempo preciso voltar?

Com aparelho fixo, em geral a cada 30 a 45 dias para ativação. Com autoligado, os intervalos podem ser um pouco maiores. Com alinhadores, os retornos são mais espaçados, porque a troca das placas é feita por você em casa, seguindo o plano.

Ficou com alguma dúvida?

A avaliação é o momento de entender o seu caso e ver o que faz sentido — sem compromisso de fechar nada na hora.

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